Campagnolo questiona MP sobre ideologia de gênero em escola de Rio Negrinho/SC

Famílias denunciaram atividade com temática envolvendo condutas sexuais sendo aplicada para estudantes do 9º ano do ensino fundamental

Uma atividade com temática GLS realizada na Escola de Educação Básica Henrique Liebl, em Rio Negrinho, gerou a indignação da comunidade local. Em foto que circula na internet, dois alunos estão confeccionando faixas fixadas nos degraus de uma escada, onde é possível ler os termos: “Sou bissexual, assexual, transexual, gay, lésbica”.

Em vídeo publicado nas redes sociais, um cidadão do município questionou a finalidade pedagógica da atividade e denunciou a iniciativa como uma “campanha de incentivo ao movimento LGBT”. Convocando os pais a acompanhar mais de perto o que está sendo ensinado para seus filhos, ele alerta: “Se isso foi feito em um trabalho externo, no pátio da escola, imagine o que não pode estar sendo ensinado dentro da sala de aula”.

Acionado por vários cidadãos catarinenses, o gabinete da deputada estadual Ana Caroline Campagnolo (líder da bancada do PSL) protocolou no início da tarde desta sexta-feira (16/07) um requerimento encaminhado ao Ministério Público de Santa Catarina, questionando se medidas serão tomadas, quais serão elas e qual é o posicionamento do órgão quanto ao enfrentamento à agenda do ativismo que busca promover a sexualização de crianças e adolescentes.

Mais tarde, a direção da escola emitiu uma nota contraditória onde, apesar de pedir desculpas pelo ocorrido e informar que “medidas cabíveis serão tomadas para o caso, dentro dos preceitos legais”, tenta justificar a exploração de temática que envolve condutas sexuais em trabalho com crianças do 9º ano.

Horas depois, um novo comunicado foi publicado na página da instituição de ensino, contendo uma “carta aberta” assinada pelo professor – apresentando argumentos para tentar inverter a acusação de abuso ideológico e justificar a aplicação da temática –, alegando que a escolha do tema teria sido realizada por um grupo de alunos.

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Eleita com 34.825 votos pelo PSL como a Deputada Estadual mais jovem de Santa Catarina e única mulher conservadora do parlamento. É itajaiense, professora de História e pós-graduada em Literatura Portuguesa. Autora do livro: "Feminismo — Perversão e Subversão".

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